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luiz benício e simone souza

// Vale do Catimbau, onde o sertão pernambucano encontra com o agreste. Sítios arqueológicos, grutas, e pinturas rupestres em pleno Parque Nacional. Cenário árido e aparentemente escasso onde troncos e pedaços disformes de madeira morta se insinuam ao mestre artesão. Luiz Carlos da Silva, conhecido por Luíz Benício, esquiva-se da obviedade figurativa. Autodidata, seu trabalho é marcado por uma rusticidade pouco evidente, de traços fortes e expressivos que espelham a aridez rochosa do entorno e da vida que trilhou. Um dos maiores expoentes da nova geração de artesãos do Vale do Catimbau. Filho de agricultor, vivia de adversidade. Certo dia, com a falta de perspectiva, esculpiu um tatu. Deu tão certo que não parou mais. Além da fauna, passou a retratar a cultura do curtume, do nordestino, da falta d’água, as historias que viu e viveu na infância. Seguia criando para driblar o aperto e a dificuldade em vender. Aprendiz do marido, Simone iniciou sua produção artística há 12 anos. Com alguns golpes de facão cria peças extraordinárias. No ateliê simples, em um sítio que é uma galeria à céu aberto, trabalham à sombra de um pé de caju, apenas com reaproveitamento de árvores já mortas. Umburana e jaqueira. Artista premiado, Luiz Benício tem suas obras em mais de 34 países. É um dos fieis representantes dos traços em madeira do Sertão Central.

Produtos: ESCULTURAS, figuras do cotidiano sertanejo
Materiais: madeira umburana e jaqueira
Técnica: escultura




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